O dia das mães esse ano vem com acompanhado de uma emoção muito especial.

Para todos que perguntam como estou com um bebê de 2 meses em casa, a resposta está pronta: Estou sentindo a canseira mais maravilhosa que já pude experimentar na vida.

 

A maternidade pra mim começou na gravidez, mas foi no nascimento da Malu que comecei a jornada dos mais intensos sentimentos da minha vida!

 

Todos os clichês pros quais sempre dei de ombros, hoje me pego rindo sozinha e pensando como me identifico com eles. O principal deles: é sim o maior amor do mundo!

Por falar em rir sozinha, a solidão é um sentimento muito presente atualmente, apesar de fisicamente não estar sozinha quase nunca.

Dessa solidão surgiu o maior e mais profundo desafio que já vivi até hoje, o de encarar a mim mesma, minhas sombras, medos e inseguranças, mas também os sonhos, ah, os sonhos, como eles tem mais forma e sentido agora.

 

Como conquista pessoal, a maternidade me trouxe a experiência de viver o agora. Quem me conhece sabe que há algum tempo busco meditar sem muito sucesso. Com a cabeça sempre agitada, pensar em uma coisa de cada vez já era um sucesso. E de repente... nasceu minha pequena e sem que eu percebesse, estava amamentando, olhando pra ela e era como se o mundo tivesse parado naquele momento. Nada mais importava e eu estava completamente presente! Finalmente pude viver o agora sem o mínimo esforço e que sensação maravilhosa!

 

Os desafios são diários, mas a força do amor por um filho move todos os tipos de obstáculos.

Como experiência própria, só posso agradecer pela família que nasceu com a chegada do meu bebê, de fato intensificou a vontade de ser uma pessoa melhor e de levar para mais pessoas esse sentimento!

 

Será que mãe é tudo igual?